terça-feira, dezembro 25, 2007

Desenhos da Capela de Quebrantões - V.N. Gaia

Projecto Capela de Quebrantõe
Localização Quebrantões, Vila Nova de Gaia
Datas 2002 - 2003/2005
Arquitectura José Fernando Gonçalves
Colaboração Sérgio Silva, Alexandra Pires e Andreia Vigário
Clientes Padre Avelino Jorge Soares, Fábrica da Igreja de Oliveira do Douro









Estes Desenhos : um estudante de arquitectura da escola superior artística do porto

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Desenhos de Miragaia -Porto

"A baixa de Miragaia, com as suas famosas arcadas, que mais não eram do que a frente das casas que davam para o areal, foi pouco a pouco sendo invadida pelo grupo terciário da nossa população, neste caso concreto os despachantes e transitários, e os seus escritórios foram tomando conta, como e habito, dos andares onde vivia gente. Mas o rio deixou de ter tráfego e as cargas por contentores, com muitas entregas directas aos importadores, foram cerceando a actividade dos despachantes e transitários e assiste-se agora ao fenómeno inverso: os escritórios partem e voltam as gentes..."


quarta-feira, dezembro 19, 2007

Estória do Gato e da Lua


Estória do Gato e da Lua, curta metragem de animação realizada em 1995 por Pedro Serrazina , produzida e animada nos estúdios da Filmógrafo, é uma das obras que marcaram a animação portuguesa nos últimos anos.
A elegância do traço e o seu tratamento claro/escuro (assumidamente influenciado pela obra de Hugo Pratt) aliados a uma animação fluida e a uma linguagem poética garantiram uma magnifica projecção internacional (tal como já tinha sucedido com outro filme da Filmógrafo - "Os Salteadores" de Abi Feijó).
Além dos vários prémios ganhos, este filme foi um dos finalistas do Cartoon d'Or (um dos maiores prémios a nivel internacional) desse mesmo ano.


Projecto Inserralves – Indústrias Criativas

Informação à comunidade escolar da ESAP

Informamos a comunidade escolar da ESAP que no próximo dia 9 de Janeiro (4ªf) às 18:30h, na sala B2, irá decorrer uma sessão de apresentação do concurso para a selecção de ideias e projectos no âmbito do projecto Inserralves – Indústrias Criativas.
Salientamos que o prazo para formalização de candidaturas termina às 17 horas do dia 14 de Janeiro de 2008.
Podem candidatar-se ao Inserralves, empresas, empresários em nome individual ou indivíduos que pretendam iniciar ou desenvolver projectos na área das Industrias Criativas.
Para informações adicionais sobre o concurso: http://www.serralves.pt/

A Direcção Académica/GREI

segunda-feira, dezembro 17, 2007

Record do Guinness

"Aqui neste nosso Portugal, somos exímios em quebrar recordes do Guinness. Ora, toda a gente sabe que quebrar um recorde exige que planeemos as nossas acções, façamos umas pesquisas, escolhamos a melhor altura para agir e, por fim, façamos a dita coisa em questão, pelo que nos poderíamos orgulhar de ser um povo pro-activo e dedicado, certo?"

in http://gatometaleiro.blogspot.com/2007/12/parabns.html

No dia 30 de Novembro, um representante do Guinness World Records certificou o Pai Natal que se encontra na Praça da República, em Torres Vedras, como a maior marioneta do mundo.

no Porto 16 de Dezembro ,DESFILE DE PAIS NATAL

O objectivo é claro: bater o recorde do Guinness. Mas, para todos os efeitos, será sempre uma animação colorida e atractiva da Baixa portuense, com música, vida e mensagens de Boa Nova, envolvendo milhares de pessoas, entre participantes e espectadores.

Podemos ter muitos problemas a nível cívico em Portugal , mas no que respeita a aderir a festividades ...

sábado, dezembro 15, 2007

Parabéns Niemeyer

Vivam as linhas curvas ,que na Natureza não existem linhas rectas.

Vivam as Mulheres com Linhas Curvas ...Viva Niemeyer que sobretudo gosta de Mulheres ... Viva o Rio de Janeiro . um abraço de Portugal

quinta-feira, dezembro 13, 2007

Ainda acerca do Estoril Sol Residence

Depois de ver a sátira ao edifício do arquitecto Gonçalo Byrne ,resolvi investigar e encontrei este filme que retrata muito melhor( e talvez Justamente ?) a Arquitectura do edifício em si .

Vale a pena ver até ao fim .

http://www.youtube.com/watch?v=rYzrZ1IiXLM

Francisco Oliveira Ferreira - Notícia no Jornal Destak de 13 de Dezembro


quinta-feira, dezembro 06, 2007

Edifício Douro

S Domingos visto do lado de Belomonte com o Edíficio Douro à direita.
(foto retirada do Jornal de Notícias de 7 de agosto de 2005 )
Edificio Douro visto do largo de S. Domingos.

Fundação da Juventude vai reabilitar Edifício Douro
Notícia no jornal Destak em 6 de Dezembro 2007-12-06

«Rui Rio preside hoje à cerimónia de assinatura do contrato de reabilitação do edifício Douro, datado do séc. XVIII, que será celebrado entre a administração da Fundação da Juventude (proprietária do imóvel) e a administração da Porto Vivo, Sociedade de Reabilitação Urbana do Porto (SRU). Do contrato consta a total reabilitação do imóvel, com a manutenção do traçado original do edifício, as fachadas e a reconversão do seu interior, por forma a que seja conservado e recuperado o maior numero possível de elementos da construção original. Neste edifício, adquirido em 2001 pela Fundação da Juventude, será instalado um projecto de apoio aos jovens artistas e criadores, denominado Palácio das Artes – Fábrica de Talentos. De acordo com o protocolo assinado entre as duas entidades, as obras deverão ser concluídas até ao final de Setembro de 2008.»




sábado, dezembro 01, 2007

celebração da cidade pelos 11 anos como património da UNESCO

a ESAP associou-se à festa e assim dia 4 de Dezembro


18:00 Inauguração de Exposição de Fotografia, na Galeria da ESAP
[Largo de S. Domingos, nº 80]

18:30 Leitura de poemas Porto em Verso, pelos alunos do Curso de Teatro da ESAP, na Galeria da ESAP

19:30 Tuna dos Alunos, na Cantina da ESAP [Rua Mouzinho da Silveira, nº 73]

A Todos os Portuenses e Portistas.

Dia 4 de Dezembro , próxima Terça Feira , na Praça do Infante

mobilização e celebração pela cidade .

Eu imPORTOme

sexta-feira, novembro 30, 2007

sábado, novembro 24, 2007

Mundo Mix PT

Informação à comunidade escolar da ESAP

Informamos todos os interessados que a ESAP vai participar na edição 2007 do Mundo Mix PT, a decorrer nos dias 24 e 25 de Novembro na Alfândega do Porto.

Este evento consiste num projecto de divulgação de novos talentos nas áreas da cultura, moda, música, artes e multimédia. Ver informações adicionais em www.mundomixpt.sapo.pt

A ESAP associou-se a este evento através da presença de um stand/área expositiva no sentido de comemorar os seus 25 anos de existência demonstrando todo o seu talento, sob a participação das Direcções dos Cursos de Arquitectura e de Artes Visuais – Fotografia.

Local: Alfândega do Porto

Dias: 24 e 25 Novembro

Horário de Funcionamento: 14:00-22:00

A entrada é gratuita.

sexta-feira, novembro 23, 2007

Desenhos de Sabina Moutinho

Aquele que sabe o que realmente é um cubo terá de saber desenhar um cubo.

o Desenho

Da nossa capacidade de criar símbolos e de os interpretar aliada à capacidade de percepcionar imagens coloridas ou lineares bem como a capacidade de captação espacial e perceptiva das formas bi ou tridimensionais e suas estruturas surgiram os nossos primeiros desenhos, os nossos e os do mundo.
Desde a idade da pedra aos estiradores dos nossos dias confirmando a sua intemporalidade e já agora adiantado também a sua universalidade o desenho veio demonstrar a emotividade ultra afectiva e sensorial da criança que desenha o pai de azul e a representação que tende a tornar-se realista com o amadurecimento, ainda que alguns desenhos maduros pareçam daltónicos ou infantis sendo uma janela da nossa personalidade quando o denunciam . De um modo prático, auxiliam na pré concepção dos criadores ,no estudo do modista ,do carpinteiro ,do designer até ao arquitecto ao Sugerirem formas em espaço bidimensional sejam uma representação de algo afectivo ou uma estrutura perspectivada para explicação da sua essência .










O meu tio - Jacques Tati

Sinopse crítica
Este filme tentou retratar através de uma história familiar os hábitos quotidianos do início do século XX ;Desde o deslocar-se para a escola, ficar em casa ou mesmo um simples estar num espaço de convívio social, mas principalmente o habitar de dois mundos completamente diferentes e distintos.
De um lado, um local na periferia da cidade, a casa vivenda, espaço aparentemente organizado onde o habitáculo teria de ser um local distinto e de certa forma privado onde os seus espaços estariam bem definidos com a sua devida função e que transmitissem beleza sugerindo um estereótipo de vivência moderna.
Por outro lado, na parte antiga da cidade, um “emaranhado” de casas, uma profunda falta de espaço, uma difícil distinção de onde acaba uma habitação e onde começa a outra, uma invasão de espaços, uma falta de organização de espaço, enfim, o chamado caos onde o ser humano se adapta ao “mal construído “.
Ora voltando à “casa vivenda” através das várias sequências de acontecimentos retratados no filme, nos espaços, como nas própria zonas de circulação caiu-se no exagero, no"bonito" e no bem apresentado , não respondendo na totalidade às suas verdadeiras funções e roçou mesmo no ridículo esquecendo-se da ergonomia e da motrocidade humana sendo exemplos as passagens feitas com lages intercaladas no jardim , pouco práticas mas particularmente vistosas .
O próprio design do mobiliário que não responde à necessidade do homem nomeadamente o conforto tais como as cadeiras, o sofá e o mobiliário de cozinha, muito artificial, demasiado estandardizado. Concluindo que, independentemente de diferentes hábitos, classes, número de pessoas por habitação ou espaços com características diferentes, faltava uma organização coerente com a necessidades do Homem e com o próprio Homem e até com a sua envolvente.

Da Organização do Espaço - Arq. Fernando Távora

“Da organização do espaço”
uma análise

Ao procurar uma definição generalizada de espaço deparamo-nos com a ideia de que não existe espaço vazio, tudo à nossa volta é matéria em diferentes estados e todas as matérias são constituídas por partículas e onde todas as formas são constituídas por matéria.
Mas parte-se do princípio que nada está ao acaso tudo desde a mais pequena partícula podemos por exemplo considerar os átomos e as células ou o ADN já são organizados pela própria natureza.


De entre todas as formas podemos considerar de um modo generalizado as que se dividem em formas naturais, que são todas as que provêm da natureza com a excepção da colaboração do homem, (Paradoxalmente, ou até não, o homem enquanto forma tem algo de natural e também artificial) mas a partir do momento em que o homem também cria formas, as artificiais, já é o homem o agente organizador do espaço e este segue uma tendência para a harmonização Referente ao seu equilíbrio e dinamismo.
O homem ao ter a consciência dessa tendência tende a criar formas ainda que com carácter predominantemente funcional com algo de artístico mas tal como existem tendências também existem desvios.

O espaço é também contínuo, e enquanto o homem tende a organizar, por vezes consciente ou inconscientemente põe de parte esse factor, de igual importância
e por vezes, entre outros exemplos esquece a responsabilidade urbanística ou paisagística de harmonizar também o espaço que envolve a sua obra criando por vezes algo “desagradável” apenas pelo contexto em que está inserido.

A arquitectura é como um organismo vivo, nasce numa procura, numa necessidade ou como retrato de uma sociedade ou tendência. Tem também um tempo de vida, atinge esplendores, torna-se moda, interage, torna-se útil, sofre, renova-se, torna-se inútil e chega por vezes a morrer. Mas o homem ao criar novas formas tem que dar importância a todas as circunstâncias que envolvem esse espaço não entrando em ruptura quer com a natureza quer consigo próprio, tem de colaborar em conjunto para a organização do espaço e tem influência directa e indirecta na sua estrutura com base em factores importantes como a sensibilidade, a economia, a cultura entre outros mais, até na ciência que ao revelar novas estruturas “moleculares ou celulares por exemplo” lançou-nos à descoberta de novos padrões de modelação e organização.

Qualquer um de todos esses factores atrás referidos condicionam a liberdade de criar e organizar de modo arbitrário. Do mesmo modo que conforme o Sr. Arq. Fernando Távora afirma nenhuma obra é puramente artística nem nenhuma consegue ser puramente técnica.

Bruno Zevi -Saber ver a Arquitectura



Ao falarmos de arquitectura tendemos a imaginar fachadas ornamentadas típicas de um estilo, materiais em consonância com as diferentes épocas e em modelos que nos são fáceis de reconhecer característicos de uma cultura específica. Porem no estudo da arquitectura não é o aspecto ornamental que se caracteriza como o elemento primordial cabendo este papel à mais elementar matéria moldável o “Espaço”.
Assim vemos que o estudo da arquitectura tem vindo a ser descurado ao longo dos tempos visto que este, ao contrário de outras artes como a pintura ou escultura que se baseiam na modelação de matérias plásticas sólidas, se torna por vezes ambíguo para o cidadão comum pouco habituado a definir algo que não seja palpável ignorando normalmente o espaço na sua forma.
O espaço é esse mesmo vazio que de uma forma natural começou por ser preenchido por massas que agrupadas formaram planetas e estes à sua superfície uma plataforma com força de gravidade contida de matérias como a água terra e ar, ou seja com montanhas, vales e rios e com a necessidade que o homem teve de criar abrigos para si, de se proteger ou de guardar, desde que passou à condição de recolector começou a organizar seu espaço a delimitando-o à sua melhor maneira concebendo fechar pequenos espaços a fim de ai habitar plantar ou guardar ou utilizar com qualquer fim apenas uma porção de espaço à sua volta onde até aí apenas as barreiras naturais como os rios ou montanhas ou floresta atrás citadas organizavam a natureza
Das primeiras acções directas sobre o espaço até a sua organização para usufruto de um conjunto de indivíduos chegamos às primeiras povoações e a nossa história chegou à era moderna onde já quase nada resta de inalterado pela mão do Homem, ao ponto que quase tudo e todos terem já influído sobre o espaço estando por toda a parte dispostas e organizadas as estradas, pontes e as grandes cidades que foram muitas nascendo como cogumelos à medida da necessidade do Homem. E assim foram acontecendo acidentes de percurso por falta de habilitação na organização desse espaço na forma como se construiu, destruiu, organizou e reconstruiu por não atenderem a princípios ou qualidades arquitectónicas puras.
A arquitectura vive do espaço porque o utiliza como material e nos coloca no seu centro delimitando e destacando espaço para viver, percorrer e sentir.
Em arquitectura influi sobre o valor espacial o modo como este joga com os sentidos sugerindo Movimento, Equilíbrio, Simetria, Assimetria, Continuidade, ou Ênfase sendo também os sentidos influenciados por condicionantes diversas como a luz as sombras e as dimensões ou escalas.
O carácter de um espaço leva a vista por vezes a percorrer uma perspectiva criada por alinhamentos de colunas paredes ou caminhos sugerindo assim movimento que acaba cessando por vezes em algo mais que satisfaça ou cesse esse mesmo movimento até porque um movimento que não conduza a nada é um movimento sem razão que desumaniza o espaço e como tal também na arquitectura, se podemos jogar com o equilíbrio em que as partes não se destaquem particularmente do todo nem convidam a um sentido único de movimento, também se pode enfatizar uma parte especifica “num centro de interesse visual, um ponto focal que prenda a vista”.
A proporção dos espaços entre si sabendo que espaços fechados e pouco amplos criam sensações desagradáveis para o homem que em geral não gosta de espaços apertados e fechados podendo mesmo criar fobias em relação a tais, o modo como se subdivide o espaço ou mesmo a urbanidade ou a relação harmoniosa entre os vários espaços quer nas escalas ou na forma e função das estruturas edificadas e na sua relação com o meio envolvente também contribuem para o equilíbrio.
De outro modo também a luz e a sua orientação tal como a cor animam o espaço podendo ser em alguns casos um valor de atracção por si próprias ajudando a dividir ou realçar determinado espaço.
Contudo a liberdade do artista criador não se prende obrigatoriamente em qualquer norma ou conceito pré estabelecido, este através da sua imaginação e tendo em conta que cada caso é um caso define as suas prioridades e cria em consonância com a sua própria personalidade, e daí fruto dessa diversidade, podemos hoje em dia debater opiniões e avaliar obras em relação a qualquer dos factores arquitectónicos atrás citados.

quarta-feira, novembro 21, 2007

Modelo Académico vs ModeloCrítico

“Em que sentido difere a noção critica, da noção académica de “MODELO”, e que reflexo isso pode ter na ideia de uma responsabilidade profissional própria do arquitecto?”

Modelo: tudo o que seja passível de ser copiado; norma ; regra ; exemplo ; forma

A imagem cognitiva ou a noção generalizada de modelo sugere-nos os objectos reproduzidos, sejam pelo desenho ou fotografia, formulários em papel predefinidos por uma instituição (requerimentos ou fichas de inscrição) e também os manequins de moda (regra geral jovens de uma constituição física bela e esbelta). Estamos enfim habituados a usar modelos.
Quase todos os diferentes tipos de modelos estão hoje em dia padronizados, obedecem a um padrão, e esses servem para universalmente satisfazer um objectivo ou debelar um problema em concreto para o qual existe sempre um modo exemplar ou normativo de o resolver . Essa Noção de modelo que define uma regra, (amplamente aceite e instituída sem a susceptibilidade de critica) definimos como académica.
Porém, a consciência do facto de existirem modelos leva-nos a que para alem de os usarmos em muitas situações, os possamos estudar, o que pode e deve instigar à sua análise, experimentação e possível reinterpretação.
Tal como os designers, produtores de cinema e compositores, os Arquitectos também
trabalham a um nível de afectação social e económica cuja escala afecta ou influencia uma vasta população alvo.
O pensamento na arquitectura é global ou multidisciplinar e de certo modo assenta numa continuidade de sugestões que se diferenciam e assemelham em alguns aspectos assim deste modo Modelo na arquitectura não é simplesmente algo para ser imitado, mas para perceber a racionalidade do projecto.
E como tal existe a necessidade de entender muitos modelos em função de especificidades do projecto tais como trabalhar os efeitos de luz numa habitação, encontrar soluções de estrutura ou questões como a impermeabilização de um terreno e a nível mais conceptual o modo dinâmico como se desenvolvem os percursos num espaço. Desta compreensão critica de MODELOS o arquitecto procura nos seu projectos satisfazer tantos quantos os problemas que eventualmente possam advir.

quarta-feira, novembro 14, 2007

El Jueves - Pela contestação à censura e ao artigo 491


Espanha: cartoonistas condenados por injúrias ao príncipe Filipe
13.11.2007 - 19h52 AFP, PUBLICO.PT

Dois cartoonistas da revista satírica espanhola “El Jueves” foram hoje condenados ao pagamento de três mil euros, cada um, pelo delito de injúrias ao príncipe Filipe, caricaturado a fazer sexo com a mulher Letizia.

Este cartoon não me parece mais ofensivo do que muitos que tenho visto em muitas outras publicações espanholas. O facto de existir um tal artigo 491 é que me parece susceptível de opiniões diversas. Lembro que a comunidade Europeia se uniu em apoio e solidariedade ao cartonista dinamarquês que difamou a religião islâmica e supostamente todos os islâmicos . Será que a Monarquia espanhola, tem uma legitimidade que a própria opinião pública já não reconhece a instituições como o Vaticano?